sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Record - 25-10-2013

Nuno Espírito Santo: «Gil Vicente é uma equipa agressiva»
CAUTELOSO NA ABORDAGEM AO ENCONTRO
Sexta-Feira, 25 outubro de 2013 | 13:07
Autor: LUÍS LEAL

Nuno Espírito Santo mostrou-se esta sexta-feira cauteloso para o jogo com o Gil Vicente em Vila do Conde, no sábado, justificando essas cautelas no facto do adversário ser “uma equipa bem organizada defensivamente, agressiva, que luta, que faz golos e que merece o maior respeito”.

O facto do Rio Ave jogar dentro dos seus domínios, será “uma falsa questão” no entender do seu treinador, esperando sim, “o apoio dos adeptos que tem sido manifesto e fundamental e que continua a ser”, sendo seu desejo “presenteá-los com uma vitória porque a empatia seria maior”.


http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/rio_ave/interior.aspx?content_id=850648

Record - 25-10-2013

Nuno Espírito Santo voltou à escola por um dia
TREINADOR DEU UMA AULA A CRIANÇAS
Quinta-Feira, 24 outubro de 2013 | 18:14
Autor: PAULO PAULOS

Fotos: MANUUEL ARAÚJO
 
As crianças da Escola Básica n.º 1 de Vila do Conde viveram uma tarde diferente, esta quinta-feira, graças à visita de Nuno Espírito Santo.

Num pavilhão improvisado, devido ao mau tempo, o treinador do Rio Ave deu uma aula de educação física a um grupo de alunos vilacondenses.

O antigo guarda-redes voltou à ação para defender os remates dos miúdos, ensinou-lhes alguns jogos com a bola e, no final, ainda distribuiu autógrafos por todos.

"É importante que estas crianças de Vila do Conde comecem a sentir o Rio Ave. O crescimento do clube também passa por isso", afirmou Nuno Espírito Santo.

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/rio_ave/interior.aspx?content_id=850531

A Bola - 25-10-2013

Júlio Alves indisponível
Por Rui Amorim

O médio Júlio Alves está afastado do jogo com o Gil Vicente. O jogador ainda apresenta queixas da coxa direita, razão pela qual continua a cumprir um programa de treino condicionado, limitado a trabalho de ginásio.

Júlio Alves junta-se assim a Rodriguez e Ronny no rol de impedimentos da formação vila-condense.


http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=436335

A Bola - 23-10-2013


Júlio Alves parado por precaução
Por Rui Amorim

Por precaução, o médio Júlio Alves limitou-se a fazer trabalho de ginásio devido a queixas na coxa direita.

Amanhã (quinta-feira), às 10.30 horas, o plantel do Rio Ave prossegue a preparação para receber o Gil Vicente, numa partida agendada para as 18 horas de sábado e relativa à 8.ª jornada do Campeonato.

Amanhã, às 16 horas, o treinador dos vila-condenses, Nuno Espírito Santo, vai vestir a pele de professor. O antigo guarda-redes vai conviver e lecionar uma aula de Educação Física aos alunos da escola n.º1 de Vila do Conde. 

http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=435960

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Site Oficial - 24-10-2013

Rio Ave no UEFA Elite Youth Study Group
Anualmente a UEFA promove um Grupo de Estudos dedicado à formação de jovens futebolistas. O Rio Ave FC já integrou a lista de convidados há 3 anos e volta agora a fazer parte da Elite do Futebol de Formação no âmbito Europeu.
O Coordenador Técnico da Formação, Francisco Costa, recorda que esta chamada é sinal que o Rio Ave está entre os 8 melhores do país, nos critérios da FPF e acredita que isto se deve “ao trabalho que tem sido desenvolvido e que culminou em bons resultados como a presença de uma equipa de cada escalão nos campeonatos nacionais ou, o acesso à fase de apuramento de campeão por parte da equipa de juniores”.
Sobre a experiência neste grupo de trabalho, Francisco Costa, considera extremamente enriquecedora por vários motivos, desde a “compreensão de realidades diferentes, em infraestruturas e metodologias, ao convívio com outros colegas coordenadores que nos permitem criar laços que podem ajudar o clube”. O coordenador técnico destaca ainda que esta presença é “dignificante e prova que estamos no rumo certo”.
Olhando para a Formação Rioavista e o projecto em que está sustentada, o coordenador, que também já foi treinador na formação do Rio Ave, afirma que “a única coisa que a distingue de outras formações com prestígio e dos clubes grandes são as condições estruturais e financeiras” e lembra que no Rio Ave já se trabalha a um bom nível, com bons técnicos e “um espírito de camaradagem e, ao mesmo tempo, de exigência muito forte.”
Em relação aos últimos anos e ao trabalho que tem sido feito, Francisco Costa destaca o alargamento da base de selecção, o que, de forma prática, se traduz na criação de 6 novas equipas de escalão sub-12 e inferiores. Para o coordenador técnico isto significa que daqui a 5 anos “podemos ter juniores com 11 ou 12 anos de Rio Ave”. A mística do clube, a exigência dos adeptos, os princípios e o modelo de jogo rioavista vão poder ser apreendidos de forma mais completa pelos jovens jogadores.
Francisco Costa acredita que com o trabalho que está a ser realizado o Rio Ave FC pode continuar na Elite do Futebol de Formação Europeu.
Recordar que as duas presenças neste Grupo de Estudos da UEFA foram alcançadas sob a Direcção presidida por António da Silva Campos.

http://rioave-fc.pt/noticias/verdetalhes.php?registo=3166

Site Oficial - 24-10-2013

Nuno Espírito Santo deu aula de Educação Física
    Porque as crianças são os adeptos e, quem sabe, os jogadores de amanhã, o técnico do Rio Ave, Nuno Espírito Santo, esteve hoje na Escola nº1 de Vila do Conde onde deu uma aula de Educação Física às crianças.
    Mas um atleta não se limita ao desporto e, por isso, o treinador do Rio Ave começou por confirmar que toda a turma já tinha lanchado. Com igual importância seguiu-se o aquecimento e dois exercícios que as crianças realizaram com alegria, mas também com vontade de vencer os colegas.
    Um dos pontos altos foi a marcação de grandes penalidades. Nuno Espírito Santo voltou a vestir a pele de guarda-redes e tentou defender os remates dos pequenos alunos. Entre alguns golos e outras brincadeiras chegou a sessão de autógrafos, sem que antes o treinador oferecesse à escola uma camisola autografada.
    No final Nuno Espírito Santo destacou a importância destas acções destacando a proximidade do Rio Ave a uma cidade, bonita e importante, à qual pertence, Vila do Conde

http://rioave-fc.pt/noticias/verdetalhes.php?registo=3168

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Site Oficial - 23-10-2013

Pedro Cunha: "A equipa está mais consistente e mais adulta"

           Terminou a primeira volta do Campeonato Nacional de Juniores “A” (Sub-19) e o Rio Ave FC soma 15 pontos e encontra-se no 7º lugar da classificação.  
Em forma de balanço o técnico rioavista, Pedro Cunha, admite que a classificação nesta altura do campeonato não é a mais favorável. “Naturalmente que ao fim da primeira volta contávamos ter mais pontos. Houve alguma falta de sorte em alguns jogos, outros que não correram muito bem mas acima de tudo a equipa tem evoluído ao longo do campeonato. A equipa neste momento está mais consistente e mais adulta” disse o técnico português.
Em relação ao futuro, o técnico rioavista acredita que a equipa vai conseguir melhores resultados no que resta do campeonato. “ Penso que depois da equipa se adaptar a uma nova realidade e a uma nova exigência, estamos todos convencidos que a equipa na segunda volta vai fazer mais pontos. O campeonato está em aberto, as equipa estão todas muito próximas umas das outras, é um campeonato muito competitivo mas estamos confiantes que a equipa vai subir na classificação”, afirmou Pedro Cunha.
No que aos objectivos iniciais diz respeito, Pedro Cunha, afirma que a manutenção é o “principal objectivo” mas que a ambição da equipa é “ficar nos quatro primeiros lugares da classificação”. Questionado acerca das várias mudanças no 11 inicial ao longo da primeira volta, Pedro Cunha, explica que nos últimos três jogos conseguiu “consolidar a equipa inicial” e afirma que “90% da estrutura da equipa está criada”.
É confiante numa segunda volta de vitórias que o Rio Ave FC prepara já o próximo encontro marcado para este sábado, às 15h, em Vizela. 


http://rioave-fc.pt/noticias/verdetalhes.php?registo=3165

Record - 23-10-2013

Temporal agrava dificuldades
ATRASO NAS OBRAS IMPEDE PREPARAÇÃO ADEQUADA
Quarta-Feira, 23 outubro de 2013 | 02:04
Autor: V.P.

Fotos: MANUEL ARAÚJO

Nuno tem minimizado problemas.
 
As más condições climatéricas dos últimos dias, e que têm continuação prometida para o resto da semana, estão a agravar um problema logístico que se vem arrastando desde a época passada. O plantel principal não dispõe de um segundo relvado onde possa realizar uma preparação adequada, o que se torna gravoso em semana de jogo em casa.

Com a receção ao Gil Vicente na linha do horizonte, Nuno Espírito Santo viu-se obrigado ontem, uma vez mais, a levar os jogadores para o campo sintético. Uma medida de recurso que se está a tornar recorrente e que começa a causar preocupação face à prioridade assumida internamente de melhorar os resultados nos Arcos. Passo essencial para ser reforçada a empatia com os adeptos.

A questão é que, tendo colhido compreensão dos responsáveis do clube para as dificuldades na gestão dos espaços de treino na época passada, o técnico escutou igualmente promessas de que, esta temporada, o cenário seria alterado. Em junho, de facto, a Câmara Municipal de Vila do Conde aprovou o projeto da nova cidade desportiva do RioAve, uma intervenção profunda que permitiria melhorar as condições logísticas e de treino em todos os escalões.

Todavia, após a divulgação oficial do arranque das obras, em agosto, mais nada aconteceu. Face à perspetiva de um inverno chuvoso, a preocupação de Nuno Espírito Santo, de 39 anos, é natural. Os vila-condenses começam a ficar em clara desvantagem em relação aos seus principais rivais num capítulo essencial para a preparação de uma equipa profissional com aspirações.

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/rio_ave/interior.aspx?content_id=850278

A Bola - 23-10-2013

Pela melhor série da temporada
Por Rui Amorim

O Rio Ave quer prolongar o bom momento no jogo com o Gil Vicente, confirmando o melhor ciclo de resultados da época.

A equipa de Nuno Espírito Santo persegue a terceira vitória consecutiva, depois de ter vencido a Académica (Liga) e o Esperança de Lagos (Taça de Portugal).

Um desafio para o qual o central Rodriguez, condicionado, permanece em dúvida. 











http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=435860

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A Bola - 22-10-2013

Rodríguez é a maior preocupação
Por Pedro Cadima

A recuperação do central Rodríguez é a principal preocupação na cabeça de Nuno Espírito Santo, visando o embate com o Gil Vicente.

Os vila-condenses estão animados pelo seu desempenho na Liga e pela bem sucedida gestão dos recursos na deslocação ao Algarve, envolvendo as contas da Taça de Portugal e selada com triunfo sereno no reduto do Esperança de Lagos.











http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=435670

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Record - 21-10-2013

Ukra: «Lances muito treinados»
EXPLICA EFICÁCIA VILA-CONDENSE
Segunda-Feira, 21 outubro de 2013 | 03:49
Fotos: FILIPE FARINHA

 
Os dois primeiros golos do Rio Ave nasceram dos pés de Ukra, em lances de bola parada, e o extremo explicou que nas últimas duas semanas, com o campeonato parado, a equipa trabalhou “muito estas situações, cada vez mais decisivas num jogo de futebol.”

“Num encontro que sabíamos não ser fácil, tivemos uma boa entrada, fazendo dois golos cedo. Isso tranquilizou-nos e acabámos por ganhar de forma clara e justa”, diz o jogador.

Ukra mostra-se feliz pela sua subida de rendimento: “Comecei a época um pouco tarde e esta paragem do campeonato ajudou-me bastante. Sinto-me melhor e em condições de ser mais útil.” Quanto ao próximo adversário na Taça, “venha quem vier, vamos querer passar”.

Condicionados

O guarda-redes Fábio Sapateiro foi o melhor elementos do Esperança de Lagos mas preferiu destacar “o empenho e a boa atitude da equipa, condicionada por um golo madrugador. Ainda assim, a espaços e sobretudo na 2.ª parte, tivemos oportunidade de mostrar o nosso futebol, perante um adversário do escalão superior”.

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/rio_ave/interior.aspx?content_id=849956

Record - 21-10-2013

Esp. Lagos-Rio Ave, 0-3: Um ar que lhes deu no começo da festa
EFICÁCIA NAS BOLAS PARADAS DECIDIU RAPIDAMENTE
Segunda-Feira, 21 outubro de 2013 | 01:24
Autor: ARMANDO ALVES
Fotos: FILIPE FARINHA

Tarantini vai às alturas cabecear uma bola que foi a primeira a entrar na baliza, logo aos 4’.
O Rio Ave segue em frente na Taça de Portugal, batendo com facilidade um Esperança de Lagos que sentiu vertigens na fase inicial da partida: dois lances pelo ar, de bola parada, foram bem aproveitados pelos vila-condenses e logo aí mais de meia questão ficou resolvida.

Consulte o direto do encontro.

Não foi um jogo bonito, longe disso, e a equipa de Nuno Espírito Santo privilegiou a segurança e a eficácia. Por um lado, retirou espaços aos algarvios, impedindo que estes saíssem em transições rápidas (muito importante o papel de Roderick e Tarantini nesse capítulo), e por outro aproveitou bem as ocasiões criadas – o golo que abriu a contagem surgiu no primeiro remate à baliza.

Com apenas “meia equipa” de titulares (cinco dos jogadores utilizados de início costumam fazer parte das opções habituais do técnico dos vila-condenses e Roderick também tem atuado regularmente), o Rio Ave entrou num ritmo alto e essa atitude revelou-se determinante.

Planeado

Ficou evidente, da parte dos vila-condenses, o claro propósito de querer marcar diferenças cedo, para evitar surpresas, e pode dizer-se que a equipa, mesmo “amputada” de algumas das suas unidades mais influentes, cumpriu a preceito o plano traçado.

Os lacobrigenses não tiveram grandes oportunidades para reagir à desvantagem – a equipa concluiu a metade inicial sem um remate à baliza e o primeiro remate só surgiria aos 55’ – mas o 0-2 ainda permitia uma réstia de... esperança, desfeita bem perto do intervalo, no aproveitamento de uma transição rápida, com Diego Lopes a abrir caminho a uma conclusão fácil de Nuno Lopes, porventura no lance mais bonito de toda a tarde.

A segunda parte não teve história. O conjunto de Lagos, com interessante fio de jogo, mostrou boa atitude e procurou o golo de honra (dispondo agora, finalmente, de algum espaço), embora sem criar grandes ocasiões para que tal sucedesse. Um remate de Janita, por alto (68’), na conclusão de um bom movimento coletivo, terá sido o melhor momento do Esperança de Lagos, no capítulo ofensivo.

Compreensivelmente, o Rio Ave encarou a etapa complementar de forma menos intensa, não deixando, porém, de mostrar-se – e de uma forma clara – como o conjunto mais perigoso. Sobressaiu, neste período, a qualidade de Fábio Sapateiro, com um punhado de intervenções de grande qualidade, e o desacerto de Hassan, que lutou muito na procura de um golo, mas mostrando grande desacerto na finalização, com duas perdidas de... bradar aos céus.

Árbitro: Bruno Esteves (nota 4)

O jogo não ofereceu dificuldades de maior mas Bruno Esteves teve o mérito de não complicar o fácil, rubricando um trabalho sem margem para grandes reparos, tanto do ponto de vista técnico como no que concerne ao domínio disciplinar. Os jogadores diga-se, não lhe criaram problemas, imperando o desportivismo.

Melhor em campo: Ukra (nota 4)

Cruzamentos bem medidos nos dois primeiros golos e uma metade inicial sempre num ritmo acelerado, mostrando-se decisivo.

Momento

O terceiro golo, à beira do intervalo, resolveu de vez a questão, deixando o Esperança de Lagos completamente fora do jogo.

Número

55 Minuto do primeiro remate do Esperança, por Diogo Santana; frouxo e sem perigo.

http://www.record.xl.pt/seccao/interior_premium.aspx?content_id=849955

A Bola - 20-10-2013

Rio Ave vence em Lagos (3-0)
Por Redação

Tranquilamente, o Rio Ave foi a Lagos vencer o Esperança por 3-0 e garantir a qualificação para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.

A vitória da equipa primodivisionária cedo começou a ser construída, com Ukra a inaugurar o marcador aos cinco minutos. André Vilas Boas fez o 2-0 aos 19 e Nuno Lopes fechou a conta pouco antes do intervalo.







sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Record - 18-10-2013

Luís Gustavo: «Boa oportunidade para poder jogar»
MÉDIO ASPIRA A SER TITULAR NO ALGARVE
Sexta-Feira, 18 outubro de 2013 | 05:32
Autor: LUÍS LEAL E PEDRO MALACÓ

Fotos: CARLOS GONÇALVES

Luís Gustavo atuava como trinco no Barcelona B.
 
Luís Gustavo é um luso-brasileiro, natural de Braga, que realizou quase toda a sua formação ao serviço do Barcelona. Esse cartel, porém, ainda não lhe permitiu conquistar a confiança do treinador Nuno Espírito Santo. Um estatuto em sentido inverso às expectativas delineadas, apesar do médio acreditar que essa condição pode ser invertida já frente ao Esperança de Lagos, no desafio a contar para a Taça de Portugal.

“Pode ser uma boa oportunidade para jogar, mas isso depende das ideias do treinador”, comentou o médio, de 21 anos, que alimenta a esperança de dar sequência aos minutos concedidos pelo selecionador Rui Jorge na vitória que os Sub-21 arrecadaram recentemente no Azerbaijão, apesar de reconhecer que “o importante é o Rio Ave conseguir passar à próxima eliminatória”.

Não obstante desconhecer o projeto vila-condense até integrar a lista de aquisições do último defeso, Luís Gustavo diz só ter razões para elogiar a estrutura que encontrou e a coesão que o clube tem evidenciado.

“Não conhecia bem o Rio Ave, mas fui muito bem acolhido e a impressão é ótima, embora, como é óbvio, nada tenha a haver com o Barcelona”, afirmou Luís Gustavo que espera uma oportunidade para jogar no sector mais recuado do meio-campo: “No Barcelona atuava na posição de trinco. Como o Rio Ave utiliza habitualmente dois médios defensivos, tenho de trabalhar para entrar no esquema da equipa, embora preferencialmente goste mais de jogar no lado esquerdo do miolo.”

Depois de seis temporadas na escola do tiki-taka, Luís Gustavo admitiu as diferenças que sentiu quando atravessou a fronteira. “Na minha estreia na Liga portuguesa, encontrei um campeonato muito competitivo, com jogos intensos e um pouco diferente do que se jogava em Espanha”, disse Luís Gustavo, justificando a sua posição: “Aqui preserva-se mais a técnica individual em detrimento da força física e isso pode ser benéfico para os jogadores com as minhas características.”

Objetivo

Relativamente ao seu percurso nas seleções, dado que tem dupla nacionalidade, o luso-brasileiro já traçou o seu destino: “Quero jogar pela Seleção A de Portugal, mas para lá chegar sei tenho de dar continuidade ao trabalho que estamos a desenvolver nos Sub-21 e, principalmente, entrar na equipa do Rio Ave para mostrar o meu valor.”
http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/rio_ave/interior.aspx?content_id=849441

A Bola - 18-10-2013

Rodriguez (foto ASF)
Rodriguez ainda condicionado
Por Rui Amorim

Mais ou menos conservador, Nuno Espírito Santo não poderá evitar uma alteração no onze que vai defrontar o Esperança de Lagos, depois de amanhã, na estreia do Rio Ave na presente edição da Taça de Portugal.

O central Rodriguez limita a sua preparação a trabalho de ginásio e é certo que não vai acompanhar a equipa nesta viagem ao Algarve.

O internacional peruano sofreu uma lesão muscular no gémeo interno direito na última jornada da Liga, com a Académica, razão pela qual falhou os compromissos da sua seleção. 
08:42 - 18-10-2013





http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=434829

Site Oficial - 17-10-2013

“Sonho, no próximo ano, jogar na equipa principal do Rio Ave”
Do futsal para o futebol de onze, Nélson Monte é hoje uma das referências da equipa de Juniores do Rio Ave. O Internacional sub-19 passa pelos anos de formação, aborda a presente época e projecta o futuro. Em todo o percurso existe um denominador comum, o Rio Ave FC e a cidade de Vila do Conde. 

RAFC – Na tua formação começaste muito novo, no Caxinas, passaste pelo Benfica e agora estás no Rio Ave. Como foi este processo?
Nélson Monte – Sou aqui de Vila do Conde, tinha alguns amigos no Caxinas, no futsal, e ,por isso, quando tinha 6 anos fui para lá jogar. Aos 12 fui fazer uns treinos de captação para o Benfica, eles gostaram de mim, quiseram-me e acabei por ir para lá jogar.
                A passagem do futsal para o futebol foi difícil, tive de me habituar a estar longe de casa e habituar-me ao futebol também. Mesmo sendo pivot na quadra e central no relvado.
                O ano passado fiz a pré-época ainda no Benfica, mas percebi que não ia ter espaço e pedi transferência. Havia mais alguns clubes de 1ª Liga interessados, mas optei pelo Rio Ave por ser o clube da minha terra e também pelo projecto que me apresentaram.

RAFC – Que diferenças encontraste nos clubes por onde passaste?
Nélson Monte – As estruturas são diferentes, a envolvência, os grupos, mas há uma coisa que acho que distingue o Benfica do Rio Ave, os adeptos. No Benfica, tínhamos sempre adeptos em todos os campos, mas aqui as pessoas sentem mais o clube, vibram mais com as vitórias e puxam mais por nós

RAFC – Passando a um passado mais próximo, como é que olhas para o último ano, o primeiro no Rio Ave FC?
Nélson Monte – Vim para o Rio Ave com o objectivo de jogar e ser utilizado, mas ao início não estava a ser fácil. A equipa estava a jogar bem, os objectivos cumpridos e os resultados a aparecer. Mas acabei por ter a minha oportunidade fiz tudo para agarrá-la e quando conquistei a titularidade não a larguei mais.
                Muito importante para isto, para que conseguisse o meu lugar, foi o grupo que formamos aqui no ano passado. Foi, sem dúvida nenhuma o melhor plantel com que trabalhei, em qualidade, mas sobretudo a nível humano.

RAFC – E esta época, qual é a análise que fazes até agora?
Nélson Monte – Chegamos a esta época com muita vontade e com grande motivação. Infelizmente as coisas não estavam a correr exactamente como queríamos, mas agora estão a melhorar. Ainda falta muito campeonato e, por isso, vamos a tempo de recuperar alguma falha inicial.

RAFC – Qual foi o melhor colega de defesa que…
Nélson Monte – O Silvério, somos amigos, já nos conhecíamos e estamos em sintonia no campo (Disse o jovem central prontamente)

RAFC – Quais são os teus sonhos para o futuro?
Nélson Monte – Tenho muitos, mas o que quero concretizar mais depressa é chegar à equipa principal do Rio Ave. Cada vez mais, por ser uma equipa afirmada na primeira divisão e por se estar a tornar um grande clube, todos temos esse sonho.
                Depois, não sou diferente dos outros jogadores, todos queremos jogar nas melhores equipas do mundo e representar os nossos países na Selecção Principal.

RAFC – Em relação à equipa principal do Rio Ave FC, tens alguma referência?
Nélson Monte – Sim, gosto muito do Marcelo. O ano passado, quando tive oportunidade de trabalhar com eles, também gostei muito do treinador, sabe perceber os jogadores e percebe muito de futebol.

RAFC – Desviando a conversa para a Selecção, estiveste agora a representar os sub-19 de Portugal, pela primeira vez, e foste totalista nos três jogos. O que é que isto representa?
Nélson Monte – Acredito que acima de tudo é uma recompensa e um sinal de que o meu trabalho e o meu esforço estão a ser reconhecidos. Foi por isto que aos 12 anos saí de casa da minha família e deixei tudo o que conhecia, foi para jogar futebol.
                Depois de estar lá, nunca pensei que fosse titular nos três jogos, o treinador estava a gostar de mim, mas não contava fazer mais que um jogo. Foi muito bom.

RAFC – Sentes que no plantel de Juniores do Rio Ave FC jogam outros jogadores capazes de representar a Selecção Nacional.
Nélson Monte – Sim, claro, o próprio seleccionador elogiou a nossa equipa e os meus companheiros e, penso que alguns podem lá chegar.

RAFC – Para terminar, fora do futebol, dos treinos e dos jogos, o que é gostas mais de fazer?
Nélson Monte – Gosto muito de estar com a minha namorada, com os amigos, gosto de jogar poker. AH, e sou viciado em jogar FIFA.
                Fora isso, só penso no futebol, quero que seja o meu futuro.
.: publicada em 2013-10-17

http://rioave-fc.pt/noticias/verdetalhes.php?registo=3146

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Bola - 17-10-2013

Luís Gustavo está de volta
Por Rui Amorim

O médio Luís Gustavo reintegra hoje a preparação do Rio Ave, depois de ter estado ao serviço da seleção de sub-21.

O jovem internacional é mesmo um dos candidatos ao onze no jogo com o Esperança de Lagos, da 3.ª eliminatória da Taça de Portugal.

O defesa-central Rodriguez permanece sujeito a um plano de trabalho condicionado.


http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=434637

Record - 17-10-2013

Roderick: «Fui um alvo»
DEFESA EXPLICA RAZÕES DA SAÍDA DA LUZ
Quinta-Feira, 17 outubro de 2013 | 08:07
Autor: PEDRO MALACÓ
Fotos: CARLOS GONÇALVES


Chegou ao Benfica com 9 anos e estreou-se na equipa principal aos 18, mas teve de mudar o rumo aos 22 devido ao sucedido no jogo do título frente ao FC Porto.

RECORD – No início de 2013 renovou contrato com o Benfica por cinco épocas, mas em agosto foi apresentado em Vila do Conde. Assinou com o Rio Ave até 2019?

RODERICK MIRANDA – Neste momento sou jogador do Rio Ave até 2019. Assinei por cinco anos e estou em Vila do Conde para ajudar ao máximo este clube a alcançar os seus objetivos.

Roderick disputou com Kelvin o lance cujo desfecho permitiu ao FC Porto passar para a frente do campeonato aos... 90’+2.
R – A decisão de sair do Benfica partiu do Roderick ou foi uma ideia do treinador Jorge Jesus ou do presidente Luís Filipe Vieira?

RM – A decisão de sair do Benfica partiu de mim, principalmente porque queria jogar com outra regularidade. Depois de uma reunião em que o assunto foi discutido falei com o presidente e com o meu empresário. Chegámos então a um consenso que a melhor solução seria esta.

R – Foram vários os clubes da Liga que manifestaram vontade de contar com os seus serviços. Qual foi a razão que o levou a escolher a equipa de Vila do Conde?

RM – O Rio Ave demonstrou interesse há três anos, mas só agora surgiu a possibilidade e senti que seria o momento certo para apostar neste clube. Como acreditavam em mim há muito tempo esta decisão é também um voto de confiança.

R – Consegue explicar o motivo pelo qual não conseguiu afirmar-se ao serviço do Benfica?

RM – Para um jovem poder afirmar-se em qualquer clube tem de haver uma aposta e, se depois há resultados, não se pode tirar o jogador no encontro a seguir porque isso nunca vai dar tempo para a afirmação. Faltou alguma regularidade na utilização, nomeadamente do treinador apostar em mim mais vezes seguidas. No entanto, o Benfica é um clube muito grande, está habituado a grandes desafios e contava com muitos internacionais para a minha posição. Tudo somado fazia com que fosse difícil ter oportunidades e eu compreendo isso. Provavelmente devia ter saído mais cedo para ter possibilidade de atuar com mais regularidade. Não aconteceu e agora estou aqui no Rio Ave.

Se tivesse ficado no Benfica os adeptos poderiam olhar-me de modo diferente

Roderick

R – Regressar ao Benfica é um objetivo?

RM – O único objetivo que alimento é o de mostrar o meu valor. Seja aqui, no Benfica ou noutro clube o que quero é retribuir e dar alguma coisa ao futebol. A carreira é curta e espero aproveitar os anos que me restam da melhor forma.

R – Na época passada só realizou dois jogos na Liga portuguesa pelo Benfica e esteve no jogo que permitiu ao FC Porto passar para a frente do campeonato. Se o lance que resultou no golo do Kelvin tivesse um desfecho diferente a sua carreira teria tido outro rumo?

RM – Não sei, não consigo fazer essa leitura, mas também não adianta entrar por aí. Foi um lance fortuito e não há muito mais para falar sobre o assunto. Agora resta-me esquecer isso e, daqui para a frente, tentar realizar um caminho recheado de coisas boas.

R – Sentiu-se responsável pelas consequências do desfecho desse lance ou alguém o fez sentir responsável pelo que aconteceu no Estádio do Dragão?

RM – Não quero falar sobre o lance, mas senti que fui responsabilizado por muitas pessoas e por muita comunicação social. Sei que a crítica faz parte do meio e que um jogador profissional tem de estar preparado para lidar com essa questão, mas é óbvio que fiquei um bocado abalado porque fui um alvo. Também é por isso que entendo que a decisão de sair foi um passo positivo para a minha carreira. Caso contrário, se tivesse ficado no Benfica os adeptos poderiam olhar-me de modo diferente...

R – Qual foi o melhor avançado que defrontou?

RM – Radamel Falcão. É muito bom. Um perigo constante dentro da área porque é muito inteligente a ler os espaços.

R – Só tem 22 anos mas já jogou em Espanha e Suíça. Sente-se seduzido por alguma competição?

RM – Desde a infância sempre tive a curiosidade de jogar na Liga inglesa. Na época passada estive no Deportivo e quem gosta de futebol gosta de ver bom futebol. Na Espanha isso acontece porque todos jogam para vencer.

R – Este será a época da sua afirmação na Liga?

RM – Só o tempo o dirá, mas o meu principal objetivo é ser útil. Qualquer jogador ambiciona jogar com regularidade e também foi por isso que tomei a opção de vir para Vila do Conde. Tenho de merecer a confiança do treinador, até porque sou apologista de que o passado não conta para nada e todos têm de conquistar o presente e o futuro. Se não demonstrar o meu potencial ninguém vai acreditar em mim.

R – Sente-se mais confortável a central ou a médio?

RM – Nas escolinhas fui ponta-de-lança e com o tempo fui recuando. Só nos juvenis é que cheguei a central, onde realizei a maior parte do meu percurso. Nenhuma das posições me é estranha e estou disponível para desempenhar as duas funções, mas reconheço que o sítio onde me sinto mais confortável é no eixo da defesa.

R – Foi titular pela primeira vez na última jornada. Contava estar a jogar com mais regularidade no final da 7.ª ronda do campeonato?

RM – Cheguei ao Rio Ave tarde, quase no início do campeonato. A equipa estava mais ou menos formatada e os resultados estavam a ser favoráveis, por isso encarei com naturalidade o cenário e tive de esperar pela minha oportunidade.

R – O Rio Ave na época passada foi uma das equipas sensação. Este grupo pode alcançar um desempenho semelhante?

RM – O objetivo é garantir a permanência o mais rápido possível. Quando conseguirmos essa meta poderemos abordar outras fasquias, mas é prematuro falar sobre isso porque a prioridade é garantir a continuidade na 1.ª Liga.

R – Por que razão o Rio Ave tem mais pontos fora do que em casa?

RM – Perdemos alguns pontos em casa por falta de eficácia, porque quando temos ocasiões fora de casa fazemos golos. Não creio que seja devido a ansiedade porque a abordagem nos dois contextos é idêntica. Resta-nos ser mais mortíferos, porque cada vez é mais complicado criar ocasiões e quando elas aparecem não podemos perdoar.

domingo, 1 de setembro de 2013

Record - 1-9-2013

Arouca-Rio Ave, 1-0: Visitados tiveram cabeça para fazer história
PRIMEIRA VITÓRIA FRENTE A RIO AVE DE EXPECTATIVA
Domingo, 1 setembro de 2013 | 22:09
Autor: PEDRO MALACÓ

Uma cabeçada fulgurante de Roberto mesmo ao cair do pano (87’) garantiu a primeira vitória do Arouca na Liga. Um desfecho ajustado após um desenrolar muito sofrido, quase em ritmo de treino, e em que o Rio Ave adotou uma postura de expectativa demasiado cedo.

Consulte o direto do encontro.

Devagar, devagarinho, o Arouca cresceu no jogo, assumiu as despesas, aumentou a intensidade após o período de descanso e foi premiado com um golo de belo efeito, naquele que foi o melhor lance do desafio.

Até lá, começou melhor o Rio Ave. A formação orientada por Nuno Espírito Santo arrancou com mais amplitude e soube tirar partido da dinâmica que Ukra e Braga apresentaram nas alas para criar espaços no meio-campo adversário.

Um ímpeto, contudo, demasiado efémero para alimentar a atitude que Hassan demonstrou na linha da frente e para poder aplicar o seu instinto de matador na área. Um desequilíbrio que também só durou 20 minutos e que poucas situações de perigo trouxe para o guardião Cássio, atendendo à falta de discernimento que a linha ofensiva vila-condense apresentou.

Dissipada a ansiedade inicial, o miolo do Arouca soltou-se, equilibrou as operações e apresentou alguma audácia, até a contrariedade física de Romário obrigar Pedro Emanuel a realizar uma substituição ainda antes da meia hora de jogo. Contudo, a entrada forçada de Roberto, que acabou por revelar-se fulcral, também revestiu o ataque arouquense com outra objetividade, graças não só à leitura de jogo que David Simão e Bruno Amaro emprestaram à zona de construção como à postura de equilíbrio que Soares imprimiu na zona mais recuada, travando quase todas as investidas de transição dos vila-condenses. Uma coesão que balanceou o coletivo para o meio-campo adversário, mas que não proporcionou muitas situações de desequilíbrio, já que tanto Pintassilgo, sempre muito solicitado, como André Claro raramente tiraram proveito das muitas bolas à sua disposição.

Aposta

Apesar de tolhido ao seu meio-campo, o Rio Ave procurou controlar a toada previsível do Arouca, Uma estratégia eficaz até Pedro Emanuel lançar Paulo Sérgio em jogo. O irrequieto extremo soube procurar espaços interiores para confundir a marcação vila-condense e, no melhor lance de envolvimento do encontro, após uma sucessão de tabelas com Bruno Amaro, cruzou com precisão para a antecipação de Roberto fazer história. Em desespero de causa, Nuno Espírito Santo ainda lançou Roderick para o chuveirinho final, mas o Arouca fez por merecer o final feliz da história do jogo.

Árbitro: Bruno Esteves (nota 4)

A velocidade moderada da partida permitiu-lhe acompanhar de perto todos os lances de um jogo sem decisões complicadas. O juiz sadino aplicou bem a lei da vantagem em praticamente todas as circunstâncias, como também puniu disciplinarmente todos casos com rigor nas poucas vezes que o jogo o exigiu.

Melhor em campo: Roberto (nota 4)

Essencialmente pela cabeçada fulgurante em antecipação que escreveu a história do jogo e que ditou a primeira vitória do Arouca.

Momento

Golo do Arouca (87’) foi mesmo ao cair do pano e fez levantar as pouco mais de mil pessoas que assistiram ao jogo.

Número

1 O Rio Ave sofreu o primeiro golo da época e, por consequência, a primeira derrota.

http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/interior_premium.aspx?content_id=841818